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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Tênis de estimação

2013 - Tenis de estimacao-800px

Devia ter uns três ou quatro anos, roupas coloridas, expressão séria. Yasmin e eu estávamos no fundo da loja de calçados, vendo algumas mochilas, quando a menininha veio e passou por nós puxando pelo cadarço um tênis qualquer. Quem sabe repetindo o gesto da mãe que parecia estar há horas fazendo compras, arrastando-a pelo braço a um monte de lugares tediosos de adulto.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O amigo da Heloísa

Heloísa, a cliente de quatro anos me pergunta:

- Tio, você sabe desenhar o meu amigo Leonardo?

Ponho a mão sobre os olhos e finjo visualizar o menino que nunca vi antes.

- Não. Não consigo lembrar de como ele é...

Ela pega lápis e papel, confiante.

- É fácil. É só fazer os olhinhos dele... o nariz... a boca. Pronto!

Tive que concordar. Realmente foi rápido.

- Aaah tá! - me fiz de besta. - Quando ele passar por aqui vou me lembrar.

Ela assentiu com um sorriso largo, sem saber identificar uma ironia.

Este é o Leonardo - by Heloísa...

... e este sou eu, fazendo "Paz e Amor" com as duas mãos! - by Heloísa.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

"... só mudam as moscas"



Não importa quem seja eleito, sempre vai ter metade da população que não gosta dele e, não importam as boas intenções, ele sempre vai fazer merda. E alguém vai dizer: "vocês o puseram lá, agora não reclamem" - só que ninguém vota em alguém para fazer merda.

Tá, acho que devo, no mínimo conhecer um pouco do passado do infeliz por causa da minha própria consciência. Mas, assim como a minha própria, a consciência do cara pode mudar e ele VAI fazer merda!

Sei de uma coisa: Eleições presidenciais são menos engraçadas que as regionais!
Esta tira, feia que só, estava jogada no meio das minhas coisas velhas. Como ainda me fez rir (um riso meio de lado...), resolvi finalizar e colorir bem porcamente com cores que eu nem gosto.

Este ano tem Eleições de novo. Gostaria de usar isso unicamente como um pretexto para ver minha família na antiga cidade (meu território eleitoral), mas nem sempre eu consigo ir para lá nessa época.

Não dou a mínima. Se pudesse justificava todos os anos. E é de pessoas assim como eu, que não dão a mínima, que este país NÃO precisa. Hahaha... continuo não dando a mínima.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

do Maternal

Tomei algumas notas na quinta-feira passada, durante a última viagem para casa:

"Encontrar a familia é entrar em contato com meus pontos fracos. Me sinto bem mas, no instante seguinte, sinto um terrível mal-estar: Discordo de suas expectativas. Estão sempre me cobrando de algo que fui e não sou mais ou de algum modo antigo de agir como todo mundo age por aqui.
Provavelmente seja uma daquelas coisas que se repetem através dos séculos. Nada muito novo.
Às vezes tenho a impressão de que o objetivo final das coisas que construimos é nos enfastiar delas."

Vê-se que os primeiros dias na minha terra não foram tão perfeitos quanto os últimos, afinal, dar tudo certo quando visito a família costuma ser uma exceção à regra. De qualquer forma, eu é que preciso ser mais compreensivo, já que sou quem está vendo as coisas deste ou daquele modo.

Não fazia visitas tão agradáveis há muito, muito tempo!
Uma busca nas postagens antigas sobre meus dias em casa são sempre enfadonhas, lastimando alguma coisa mas, desta vez não foi assim.

Pequenas coisas que parecem não ter importância mas que, no melhor sentido da expressão, não têm preço:

O cheiro de empanado de queijo gorduroso na rodoviária.

Tomar sorvete no carrinho do tio da praça.

Visitar o mercado municipal e descobrir um milhão de coisas, comidas e aromas diferentes.


Ver que os problemas que perseguiam tão insistentemente seus parentes mais próximos, agora, não existem mais.


Colocar na churrasqueira algo mais que carne e linguiças...



Minha sobrinha de 4 anos que tomou um dos meus fones de ouvido e não quis devolver até cair no sono, ouvindo The Vines sem se importar. Meu sobrinho de 5, que se orgulha por tomar banho sozinho e diz que já lava muito bem o seu "lulu"... Vou lembrá-lo disso um dia, hehehe.

Minha irmã se casou e, depois de muitos anos, deixei sua casa sentindo o clima mais leve.

Peguei o volante pela primeira vez - sim, só agora... - e aprendi as primeiras lições em dois carros diferentes numa estrada de terra - quase afundei numa valeta...


Minha sobrinha tem três pernas mas é muito saudável.

Vi parentes que eu desconhecia e parentes distantes que, inocentemente subestimam minha profissão - "Ele trabalha com aqueles gibizinho japoneis". - mas ficam boquiabertos só por saber que fui atrás do que eu realmente quis fazer, mesmo nem sendo uma profissão reconhecida pelo governo...
Orgulho às vezes é tudo que eu tenho para me orgulhar.

Enfim, ter uma família agindo como uma família é uma eventualidade e tanto para ser desperdiçada!
Meu fim-de-semana foi praticamente perfeito - faltou só uma pessoa ao meu lado...

Escrevo este post no meu antigo e abandonado computador, em Taubaté, horas antes de voltar para a Capital e ser engolido pelo trabalho. São 10:05 da manhã e, acreditem, minha mãe já está preparando o almoço! Não aquele arroz com hamburguer ou um miojo explosivo... melhor nem pensar!

- Já vou, mãe!


Tcharans! - Peguei todo mundo, eram dois! Hohohohoho...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Naomi - tablet

Texto copiado do deviantART, sem emoticons:

Passei um tempo adiando treinar arte-final na tablet... Finalmente tomei coragem.

A garota da foto tem um coração de ouro! Naomi, uma amiga de Pilar do Sul, terra do Diogo Saito. Não lembrava que ela tinha os olhos tão claros até colorir.


Perdi o medo - a tablet é sua amiga também! Acredite.

Photoshop CS3 sobre foto.
Menos de uma hora.

(Não é o seu desenho oficial, Naomi! Foi só um teste.)

Não sei fazer miojo


Nunca fui muito fã de sopa, miojo, caldinho ou derivados, mesmo no frio. Sempre prefiro algo que eu possa morder quando estou com fome, então, se tiver só isso, tem que ter pelo menos um ovinho lá no meio...

Lá estava, naquela cesta que faturei no bingo semana passada: "sabor Galinha Caipira".
Perguntei ao Bernô e ele me disse: "Três copos d'água... não sabe fazer a p*$#@ de um miojo?" - Na verdade eu nem me lembrava mesmo...

Três copos... mas copo de requeijão, de Nutella ou a caneca do Bomfim?

Bom, pus a panela no fogo alto (isso foi burrice!) e subi para ler o regulamento de um concurso no PC. Quando voltei, a clara havia crescido como uma bolha e explodiu, cobrindo a panela e o fogão!

Baixei o fogo, coloquei o macarrão (primeiro dei uma mordida nele, cru, que eu prefiro mas não mata a fome), completei com o tempero e um hamburguer já frito do almoço, cortado em cubinhos. Delícia!
Se ficou bom, não sei... sentei aqui para escrever isto e esperar a panela esfriar.

Mais uma emocionante aula de culinaria à moda do mangaká - macho - brasileiro.

Apêndice:

Enquanto eu sugava o caldinho, com o prato virado na boca, fazendo ruído como todo bom chinês, Bernô me perguntou: "C@*$#, por que não põe logo num copo essa p*$#@?" - Foi quando imaginei o quanto isso seria nojento...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sem tampa!


Mais um informe educacional...

Nesta casa cheia de marmanjos, ninguém ainda aprendeu a fechar bem os alimentos na geladeira!
Hoje fui pegar uma maçã que estava atrás do pote de sorvete, (daqueles que usamos para guardar os biscoitos). Algum infeliz deixou a tampa só recostada e eu derrubei TUDO no chão.
Que grande merda... ainda bem que tenho um bom coração e já perdoei o infeliz que não se identificou. Hohoho. É a vida!

Moral:
Crianças, seja pelo cheiro ou pelo gosto, mantenham os potes fechados na geladeira!

Hoje um novo membro surgiu: Lucas "Hirano", veio para ficar e dormir hoje aqui. Corajoso!
Boa sorte!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A caixa de Peidora



Um dia alguém me disse ser ecologicamente incorreto jogar óleo e gordura ralo a baixo, mesmo no tanque lá de fora: "O correto é guardar em uma garrafa pet fechada e jogar fora com o lixo orgânico.

Bem, implantei esse costume aqui na casa... Mas por quanto tempo é seguro deixá-la guardada lá no quintal, curtindo e envelhecendo?

Lá estava ela: uma garrafa de fanta 2 litros, cheia de gordura velha acumulada de meses seguidos. Quase cheia...
Antes de prepararmos mais uma refeição, era necessário despejar o que sobrou da fritura de ontem... A diversão seria grande já que meus amigos estavam aqui comigo hoje, hohohoho.

Bernô veio com a figideira balançando a mistura de óleo saturado, água e detergente. Eu estava pronto para tirar a tampa da tal garrafa.
Peguei o funil e tapei o nariz com a camiseta. Inútil. Ao abrir, imediatamente o cheiro entrou nas roupas e encheu o quintal de podridão!
Bernô começou a xingar, os passarinhos do Seu Nelson começaram a morrer em suas gaiolas, as luzes da casa a piscar e o Flávio, coitado, lá na sala já sentia o sopro da morte e, soltando outro palavrão, levantou num salto para abrir a porta.
Três minutos depois de ter fechado a tampa e ensacado a garrafa, o cheiro de mil peidos engarrafados já tinha se instalado em todos os cômodos no andar de cima!

Eu só conseguia rir.

Moral da história: Crianças, cuidem da natureza, mas muito cuidado ao lidar com essas coisas dentro de seus lares. Verifiquem se todas as portas e janelas estão fechadas e que não haverá mais ninguém em casa pelos próximos 30 minutos. Esse é um momento único que deve ser desfrutado sozinho.

Wolve e eu

Ga-hahahaha, que título mais bicha... lembrei daquela novelinha mexicana do SBT e foi a primeira coisa que pensei em por, afinal já são quase duas, ontem foi um longo dia e preciso dormir!

O Wolverine de hoje é um desenho do meu amigo, meu melhor amigo na verdade, lá da minha terra: Fábio Hasmann. Me pediu para colorir este e mais alguns desenhos dele enquanto está sem internet e não cria uma conta no deviantART ou um blog. Mas vou incentivá-lo!

Não sou grande fã de comics, todo mundo deve saber, mas abro mão quando for preciso.
Aqui está - o Wolverine cubano!

sábado, 24 de abril de 2010

BINGO!


Numa semana em que as circunstâncias têm me tirado os raios de sol, um bom dia. Quem sabe até um pouco de sorte...
Num dia em que este estúdio teve seu ápice de presenças femininas no mesmo dia - três! - ainda assim, trabalhei bastante.

Quase todos se reuniram para uma celebração. Nossa escola no Kaikan da Vila Ré: A esperada "Noite da Pizza", em que os alunos do Bernô exporiam seus melhores trabalhos.

Confesso que quase não fui, mas acabei não resistindo e foi divertido demais!
Luiz, Shin, Bernô e seu irmão: Leandro. Os alunos: Eric, Karina, Yukio, Luisinho (fã de Megaman). Ainda o nosso amigo de longa data: Ricardo Mitsuoika (cabelo do Kageyama).
O taikô Sakura arrebentou esta noite e não consegui tirar os olhos do palco. Algumas atrações meio... ahn, deslocadas, como dança do ventre (também não pude tirar os olhos do palco, imaginem só... hohoho), mas foi válido. Um japonês cantando: Naniwa Bushidayo Jinsei Wa e Little by Little do Oasis!

Surpreendente!

Shin e Bernô foram falar lá na frente enquanto eu, tão desatento, fui dar uma passada no toire bem na hora!

Chegou a hora do bingo! Esta brincadeira milenar japonesa que eu andava adiando participar desde o cruzeiro no início do ano (sessões diárias mas pagas em dólar...). Sentei à mesa e disse a todos: "Vou ganhar!" - e ganhei! Huahahahahaha! Uma cesta-quase-básica, com mantimentos, besteirinhas e brindes do Kumon.

Enfim, acho que vou continuar jogando assim (não necessariamente bingo) com a "Lei da Atração", hahahaha. Bullshit.

Minha mãe ficou contente e quer que eu leve as jujubas que vieram na cesta... pô, mãe... justo as jujubas?

Bom domingo a todos!

domingo, 11 de abril de 2010

Ichi Rittoru


Um rascunho só para não deixar mais um dia em branco.

Tirei esta manhã para finalmente ler aquele mangá. Aquele que fez sua amiga chorar vendo a novela, o anime... "Um Litro de Lágrimas" (Ichi Rittoru no Namida). É como se algo me dissesse: "foi uma história real, não algo que alguém escreveu só para vender por aí" - embora depois isso tenha acontecido também - "ela morreu mesmo e não há um final feliz, então você pode se sentir mal também, se quiser".
Ver ou ler algo baseado em fatos reais é quase como se forçar a acreditar em coisas óbvias como identificação com o sofrimento, o fato de que todo mundo é igual na dor e na tristeza. Não me lembro de ter visto uma comédia baseada em fatos reais. Se alguém souber... se bem que eu até poderia escrever uma...

Ah, o rascunho é só um rascunho mesmo...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Adobe CS3


Finalmente migrei para o pacote CS3 da Adobe! Ainda não fui direto para o CS4 por causa do tamanho gigante dos programas.
Estou adorando o Photoshop mais enxuto e começarei a usar o Illustrator. Por um momento deu até a impressão de ter me tornado um profissional melhor... hahaha, doce ilusão.

sábado, 20 de março de 2010

O Dia 20

Chegou outono.

Sempre me surpreendo com as mudanças que vêm com a proximidade deste dia. Não ligo a mínima para essas coisas místicas, cabalísticas ou o que seja mas dia 20 sempre acontece alguma mudança significativa, mesmo subjetiva. É como se tudo estivesse normal e então, na semana antecedente, certas coisas começam a crescer e andar muito mais rápido.

Alguém já se sentiu assim? Um dia no ano, todos os anos?

O costume diz que é o dia de celebrar o meu ego mas só quero agradecer a Deus por este momento, exatamente agora. Tudo o que tenho e pessoas que tenho ao meu lado, mesmo as que só me veem como um monte de letras nesta tela.

À minha sobrinha de 4 anos que ligou cantando parabéns a você. Meu sobrinho de 5, que ligou um pouquinho doente e tossindo bastante. Minhas irmãs, meu pai, minha mãe e muitos amigos.

Me senti muito importante.
Mayumi. Conheceu de perto a vida de um mangaká e continuou ao meu lado, persistentemente.
Obrigado!

Tenho muito o que aprender, muitos lugares para conhecer (sinto muito, mãe...) e muito, muito a amadurecer sem com isso me tornar uma pedra ou algo do tipo.

Neste momento me sinto vivo e é unico em toda a existência. Se é assim que deve ser...
Amanhã já vou acordar cedo de novo mas dormirei me sentindo rei por um dia.

(fotos do evento de hoje ainda esta semana... estou caindo de sono aqui... ZZZzzzzZZZ...)

sábado, 13 de março de 2010

On your own

Pensando sobre a forma com que automaticamente mudamos nosso comportamento com determinadas pessoas...

De um momento a outro mudamos nosso tom de voz e o modo de olhar se torna piedoso - talvez a origem disfarçada de um preconceito. Triste ou não, talvez às vezes as pessoas só queiram ser tratadas como todas as outras: Ignoradas como todas as outras. Pelas ruas, seguindo as multidões, pode-se até sentir bem se todos os demais passam por você e nem te olham nos olhos. Afinal, nada mais comum que ignorar e ser ignorado hoje em dia.

(Só pensando sobre isso. Nada muito profundo. Particularmente adoro olhar nos olhos dos outros.)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Lulu

Nada a ver com a Luluzinha original ou a atual "Luluzinha Jovem" (pff)... Eu estava caminhando na Av. Paulista dias atrás, manhã fria e nublada, então vi a tal garota com um vestido vermelho de lã (ou seria tricô?), sobre uma calça suplex preta, ehehe. Na primeira pausa do dia eu a desenhei... ou o que meu cérebro ainda guardava dela...
O título seria outro, mas o Flávio "Toku" Soares, assim que a viu, disse: "Olha, a Luluzinha!", então achei que chamaria mais atenção pegando carona na fama de outros, ohohohoho.


Little Lulu © Marjorie Henderson Buell

domingo, 7 de março de 2010

Hopi Hari

E então eu fui ao Hopi Hari.


(Não reparar na recente escassez de cabelo...)

Manhã de sol entre nuvens. No carro iríamos Fábio Shin, Paty Hikari, Christopher (conheci hoje), Denise e Aslan (velhos amigos do Shin). Aslan, para variar, atrasado... era para ser às 8:30, saímos quase 10h, ehehehe.

O tempo abriu - sol de rachar! Seguimos em um brinquedo atrás do outro sendo lançados, sacudidos, expremidos, compactados, comprimidos e molhados, violando nossa integridade física!
Mas todos os outros brinquedos eram apenas a preparação para o grande momento:




"Hadikali"

O salto em queda livre de 53M de altura! O nome é bobo, como todo aquele linguajar dentro do parque que tem como propósito figurar como um país com língua e costumes próprios. Mas adorei tudo ali dentro - menos os preços, claro - e o vôo no brinquedo foi de tirar o fôlego!

Comigo, amarrados numa espécie de avental ou maca, içados em cabos de aço, Paty e Shin. Sempre o maior no meio (Shin) e outro fica responsável por puxar a cordinha (eu) que nos fará despencar lá de cima a quase 120Km/h! Minha mãe vai me matar...

A subida na horizontal é lenta e medonha mas não tão assustadora quanto os segundos de silêncio que precedem a queda: quem disse que ficar responsável pela cordinha da descarga seria coisa fácil? Foi uma decisão muuuito difícil e dolorosa! Só de lembrar, minha pressão cai! Hahahahaha, sério...
Depois da queda de cabeça, o vôo ficou menos tenso e pude até destruir os ouvidos de todos cantarolando a musiquinha do Superman... depois de gritar feito uma moça, claro.

Felizmente não borrei as meias.
Um dia vou de novo!


Ei! Não se esqueçam que amanhã é aniversário dela!

... e foi o motivo de termos ido.
Obrigado, Paty Shin! Quase uma mãe para todos nós! Ehehehehe. Uchinanchu no Takara.

Tchauí! ("Tchau" na linguagem "Hopi Harense"... pff.)


Até aqui, tranquilo. O Bernô chamaria: "Spine Splitter"


Este sim foi o pior de todos! Nunca mais quero ir! A centrífuga do mal!


... causa de eu quase botar as tripas na mesa...


A roupinha é bem bonita até! Vê-se que eu usei protetor solar, uhooo!


Um caminho sem volta


- Escureceu. Agora já podemos ir embora... hein?


- Oh naaaão, esquecemos da roda gigaaaanteeeeee!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Peruíbe - 2ª semana

...é o mangaká que vem e que passa
num doce balanço a caminho do maaaar....



Quando cheguei em Peruíbe a primeira vez, no dia 7, semana passada, encontrei ainda boa parte da cidade alagada, mesmo que, dias antes a chuva nem estivesse lá. Quem é que nunca sentiu como se estivesse levando consigo o mau-tempo? Hahaha, pois então vejo de outra forma!

O evento já estava acontecendo: Festival Japonês... na verdade esqueci o nome certo do evento... aiaiai. Bernô e Luiz mandando ver, desenhando uma família inteira num calor danado - só que menor que nos dias anteriores.

Até o final do dia ainda pude me juntar a eles e desenhar algumas pessoas. Foram todos os dias, desde 26 de dezembro. Das 16h à meia-noite. Rotineiro porém lucrativo!

E a cidade não para depois disso (diferente de Barretos - sem ressentimentos, hehehe)! Fomos conferir o movimento próximo à praia, todos os dias seguintes, comendo cada dia num lugar diferente e ainda matando aos poucos o Bernô no parquinho de diversões! Hehehe...


Felizmente tempo se abriu nos últimos 3 dias

No mais, meus dias foram poucos mas me diverti muito! Queimei a testa no mar e está descamando agora...
Me lembrarei de várias coisas e pessoas: o ótimo restaurante Casa da Sogra (São João, 540), Miyoko-sensei e Sônia-sensei que trocaram informações valiosas durante todos os dias no estande vizinho. D. Neusa que cria umas coisas lindas a partir de ideias simples. As garotas da Japan Society: Andresa, Sônia, Estela e Natasha. Rogério e seu irmão, Régis, Henrique e seu pai, Jorge - todos morando ali mesmo conosco, e ainda vamos nos encontrar por aí nas viagens deste ano!

E este ano promete nos levar para bem longe...

Bernô se escondendo de uma barata voadora

- Vamo jantá ali memo! (nem fui...)

"Coquinho caiu na areia da praia, E a ondinha levou pra dentro do mar..."

Lindos castelinhos de barro...

Luiz não podia conter sua euforia em ver o mar!

D. Sônia e os mininu do mangá


Buda estava lá

Encontramos um professor de desenho!

Olha eu ali! Viu?